HISTÓRIA

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No dia 15 de outubro de 1942, as Irmãs Dominicanas de Santa Catarina de Sena abrem as portas do Colégio de S. José na Quinta do Ramalhão. Fundada por uma portuguesa, Teresa de Saldanha (com processo de beatificação em curso), esta Congregação dedica-se a serviços variados, com especial incidência na educação.

As Irmãs tinham comprado o Palácio e a Quinta do Ramalhão um ano antes, levando a cabo a sua recuperação do estado de abandono em que o tinham encontrado. O palácio já existia no século XVII, mas tornou-se mais conhecido no tempo em que pertenceu à Família Real, nomeadamente, como lugar de desterro da Rainha D. Carlota Joaquina.

O Colégio do Ramalhão teve um percurso educativo notável, de grande impacto no território nacional, primeiro como internato de raparigas, mais tarde, como externato misto. Recebeu, do Município de Sintra, a Medalha de Mérito Municipal, de Grau Ouro, na classe Educação, por ocasião dos seus 70 anos de existência.

Em 2013, as Irmãs Dominicanas confiaram a condução do Colégio à APECEF, uma IPSS presidida pelo Padre João Seabra, que fundou em 2004 o Colégio de S. Tomás, em Lisboa. Desde essa data, os Colégios do Ramalhão e de S. Tomás partilham programas, materiais didáticos e formação de professores.